O BORA  – Galp  – é tudo o que os jovens estavam à espera!

Ser cool, inovadora, jovem, arrojada e ir contra o status quo.

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www.bora.team

Todas as marcas querem ser donas e senhoras dessas características aos olhos do público jovem. Mas raramente fazem por isso. As que o conseguem, não é através dos esporádicos conteúdos nas redes sociais com um tom mais leve e abrangente.

Pelo contrário, para se chegar ao público jovem, tem de se absorver e trabalhar um mindset bastante específico e puramente orientado para esse público. Os jovens não querem produto, querem um ideal, querem valores específicos e uma sensação de comunidade que promove a união, mas que é capaz de explorar individualidades. Soa a paradoxo, mas é possível.

E foi isso mesmo que a Galp pôs em prática com o projeto Bora. Um projeto que, bem como o nome indica, representa uma comunidade dinâmica, ativa e determinada, enquanto abraça a missão de mobilidade da empresa-mãe.

Com toda a criatividade, comunicação e mecânica desenvolvida pela uppOut, ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação e a Visor, o Bora permite que sempre que um jovem (com carta) consuma num posto Galp ou loja Tangerina, esteja ativamente a participar em desafios e passatempos, através de um sistema de gamification que vai além da troca de pontos por prémios. A proposta de valor do Bora, vai além do que a Galp pode oferecer enquanto empresa, garantindo já uma proposta de valor muito diversificada e aliciante para os jovens, através de parcerias com marcas de grande interesse para este público, como: Sumol, Control, Super Bock, Spotify e Zomato.

Pedro Bento, o PNG e estratega da uppOut, explica que “uma marca que quer atrair um público ‘jovem’ e ‘trendy’ não pode achar que isso passa apenas por comunicar como um. Tem de se ir mais longe e representar as suas visões, interesses e ideais. O público jovem não está interessado em produto, mas em identidades e no que as marcas representam na sua vida. Aliás, essa visão é muitas vezes deturpada e comparável à situação cringy de ver o teu pai a tentar ser um pai cool à força perante o teu grupo de amigos, através de um vocabulário absolutamente descontextualizado. Não podíamos deixar isso acontecer com a Galp e a criação do Bora foi o passo certo nesse sentido. Vimos isso resultar com as operadoras e sabíamos que o conseguíamos fazer com uma petrolífera.”

O criativo explica ainda que a grande missão é “fazer do Bora uma realidade rotineira e tão presente na vida dos jovens quanto uma rede social. Baby steps até lá, mas é possível. O Bora está 24h por dia ‘aberto’, seja offline (nos postos) ou online através do site e chatbot… Já levamos um casal de jovens a Bora Bora e a nossa proposta de valor e parcerias não para de se diversificar e tornar mais apelativa. E a magia está mesmo na facilidade de participação e rewards que vão de encontro a elementos rotineiros e diferenciadores da vida do público mais jovem.”

No fundo, abastecer ou fazer compras numa loja Tangerina (em produtos selecionados), será sempre uma mais-valia para um público que está permanentemente ligado entre si e com o mundo. O mesmo público que liga a sua conta de Spotify ao rádio do carro, que vai almoçar ou jantar a um restaurante e aproveita o desconto do Zomato Gold, que não dispensa um festival como Super Bock Super Rock ou Sumol Summer Fest. Este é o público Bora, e para tudo isto, só precisou de abastecer, visitar o site e levantar os prémios.www.bora.team

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